Criação de Sites Profissionais em São Paulo https://fastwebsites.com.br Criação Web Tue, 20 May 2025 11:59:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 Salesforce aponta 5 mudanças trazidas pela IA generativa ao mundo dos negócios https://fastwebsites.com.br/salesforce-aponta-5-mudancas-trazidas-pela-ia-generativa-ao-mundo-dos-negocios/ Wed, 10 Jan 2024 19:49:13 +0000 https://fastwebsites.com.br/?p=14 elitexbet. Este dado, divulgado pela Salesforce, ecoa uma das tendências mais prementes para 2024: marcas e empresas que optarem por não investir em ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e aprendizado de máquina ficarão um passo atrás de seus concorrentes e, em cenários mais graves, correm o risco de ficarem para trás.]]> 77% dos líderes empresariais estão apreensivos com a possibilidade de suas empresas perderem as oportunidades proporcionadas pela tecnologia. Não perca a oportunidade de se inscrever elitexbet. Este dado, divulgado pela Salesforce, ecoa uma das tendências mais prementes para 2024: marcas e empresas que optarem por não investir em ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e aprendizado de máquina ficarão um passo atrás de seus concorrentes e, em cenários mais graves, correm o risco de ficarem para trás.

Considerando esse contexto, executivos da Salesforce identificaram e explicaram cinco mudanças que devem ser ocasionadas pela IA ao longo do ano e como essas alterações podem ser abraçadas e integradas ao ambiente operacional.

  1. A IA generativa se tornará plenamente operacional nas empresas.

Clara Shih, CEO da Salesforce AI, acredita que esse status operacional começa com o desenvolvimento de software, atendimento ao cliente, vendas e marketing, e a IA impactará todos os departamentos e fluxos de trabalho. Outro avanço significativo ocorrerá quando os grandes modelos de linguagem (LLMs) forem utilizados não apenas para gerar e analisar conteúdo, mas também para tomar decisões e automatizar fluxos de trabalho.

  1. A IA transformará todos os setores.

Laura Palmieri, Vice-Presidente de GTM e Estratégia da Salesforce, sustenta que a IA será integrada em todas as camadas dos roteiros de produtos e plataformas para agregar valor aos clientes. Isso é válido tanto para empresas de Software como Serviço (SaaS) quanto para empresas de semicondutores e jogos. Adicionalmente, a IA impactará a própria natureza do desenvolvimento e a forma como os produtos são construídos.

  1. A IA generativa aumentará a eficiência e popularizará o termo “consulta semântica”.

Rahul Auradkar, Vice-Presidente Executivo e Gerente-Geral de Serviços de Dados Unificados e Einstein da Salesforce, prevê que os avanços na consulta semântica – essencialmente uma pergunta formulada em linguagem “humana” que é traduzida para linguagem de máquina – mudarão drasticamente o atendimento ao cliente. Ele destaca que as empresas poderão oferecer serviços rápidos, significativos e altamente personalizados com IA, utilizando texto, imagens, vídeos e áudio para pesquisa.

  1. Até 2025, as empresas deixarão de priorizar estratégias baseadas em “nuvem” ou “digital”. O foco será o cliente.

Michael Maoz, Vice-Presidente Sênior de Estratégia de Inovação da Salesforce, argumenta que, seja interagindo com um dispositivo, chatbot, aplicativo móvel ou site, tudo hoje é digital, assim como a IA generativa. Para ele, o valor para o cliente está na eficácia do processo que ele deseja realizar, e não na tecnologia em si.

  1. As empresas que não adotarem a IA generativa ficarão para trás.

Alice Steinglass, Vice-Presidente Executiva e Gerente-Geral da plataforma Salesforce, faz uma previsão contundente, afirmando que até 2025, a IA não será apenas uma ferramenta auxiliar, mas sim o cerne em torno do qual as empresas de sucesso orbitarão. Ela cita uma pesquisa do Gartner que prevê que, até 2026, mais de 80% das empresas terão utilizado IA generativa ou aplicativos generativos em ambientes de produção, evidenciando que essas plataformas impulsionarão o uso de assistentes digitais orientados por IA em todas as camadas organizacionais.

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Somos Todos Cientistas https://fastwebsites.com.br/somos-todos-cientistas/ Mon, 30 Oct 2023 19:50:56 +0000 https://fastwebsites.com.br/?p=19 O título de um post recente que encontrei no LinkedIn de um influente profissional da área de dados proclamava: “O cientista de dados está morto. O que as empresas realmente precisam agora são de cientistas de negócio.” Intrigado, me perguntei: como assim? Afinal, o cientista de dados mal começou a sua trajetória (ou ainda está nos estágios iniciais, dependendo do ponto de vista)? Deixando de lado qualquer tentativa de chamar a atenção do autor, é evidente que vivemos numa era de mudanças constantes, onde as necessidades das empresas hoje podem não ser as mesmas de amanhã…

Então, será que essa nova visão do profissional de dados dentro das organizações faz sentido? O que exatamente essa mudança de título representa? Primeiramente, vamos examinar o significado desses dois termos. De acordo com Davenport, um cientista de dados é alguém que desenvolve códigos de programação e os combina com conhecimento estatístico para obter insights a partir de dados. Como essa definição enfatiza, a habilidade fundamental e universal dos cientistas de dados é a capacidade de escrever códigos.

Um cientista de negócio (precisei improvisar uma definição, já que não encontrei uma fonte respeitável) seria um profissional que, baseado em pesquisa científica e orientado para a ação, desenvolve, implementa e avalia estratégias de negócio num mundo impulsionado pelo big data.

Retomando a ideia de “o que as empresas realmente precisam agora são de cientistas de negócio”, o argumento central das pessoas que apoiam essa ideia é que o papel dos dados no ambiente corporativo é gerar conhecimento para beneficiar seus stakeholders como um todo. E a ciência de dados parece não capturar completamente essa ideia.

Utilizando as quatro causas de Aristóteles, um framework útil para compreender um fenômeno e definir o que realmente faz com que algo exista, podemos dizer que o termo “cientista de dados” enfatiza sua causa material, isto é, a matéria-prima do objeto, o que ele é feito (por exemplo, dados estruturados numéricos, machine learning etc.). Por outro lado, o termo “cientista de negócio” é mais apropriado porque a ênfase está na causa final, na finalidade ou motivo pelo qual foi criado (por exemplo, uma aplicação que seleciona clientes para receber um cupom).

Há ainda outro argumento para deslocar o foco dos dados para o negócio: a dificuldade de extrair valor de análises puramente estatísticas, desprovidas de conhecimento significativo do negócio. Por exemplo, qual profissional você acha que estaria em melhor posição para tratar um paciente diabético: um especialista em estimar as probabilidades de o paciente sentir tontura ou vertigem ao longo de um dia, ou um especialista no sistema endócrino humano?

Poucas pessoas diriam que é o primeiro. Fazer previsões precisas é uma parte fundamental de qualquer processo de tomada de decisão gerencial; no entanto, sem saber explicá-las, as empresas podem incorrer em ineficiências ou até assumir riscos irreversíveis. Por exemplo, o especialista em previsões poderia julgar que a causa do mal-estar do paciente está na falta de energia e recomendar o aumento do consumo de carboidratos. Até que houvesse dados suficientes para seu modelo preditivo perceber que um erro foi cometido, poderia ser tarde demais.

Por último, um terceiro e último ponto a favor da mudança do foco de cientista de dados para cientista de negócios são os recentes avanços na tecnologia de inteligência artificial generativa, cujo maior expoente é o ChatGPT. Isso se deve ao fato de que, com o tempo e o aperfeiçoamento dessas tecnologias, os profissionais de dados poderão delegar uma parte significativa do desenvolvimento de códigos de manipulação e análise de dados para o ChatGPT e suas contrapartes.

É provável que o profissional de dados do futuro não dependa tanto do Python, R ou SQL (softwares de ciência de dados) como depende hoje, liberando seu tempo para entender sistematicamente o negócio e desenvolver ferramentas para melhorá-lo. Como dizem por aí, o ChatGPT tornou a linguagem portuguesa (e inglesa, espanhola etc.) a “linguagem de programação” mais sexy do momento.

Os dados têm sido chamados de “o petróleo” da economia digital. E de fato eles são. Mas assim como o petróleo, os dados em si não geram valor para seus usuários finais. O que gera é a sua utilização para apoiar o desenvolvimento de uma mentalidade científica voltada para a geração de conhecimento e ação orientada. No final das contas, o importante tanto do cientista de dados quanto do cientista de negócios é ser um cientista.

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Inteligência Artificial pode ajudar a criar planos de Marketing hiperlocais e personalizados https://fastwebsites.com.br/inteligencia-artificial-pode-ajudar-a-criar-planos-de-marketing-hiperlocais-e-personalizados/ Mon, 17 Apr 2023 19:46:15 +0000 https://fastwebsites.com.br/?p=9 Por definição, um plano representa uma programação de atividades. Quando se trata de um plano de Marketing, ele consiste em um conjunto de ações planejadas para alcançar um objetivo específico, como, por exemplo, promover a venda de um produto. No entanto, na prática, a execução de um plano de Marketing frequentemente resulta em desdobramentos e resultados diferentes do que foram inicialmente planejados. Contudo, essa realidade está prestes a ser transformada com o emprego da Inteligência Artificial.

Independentemente da quantidade de pesquisas e estratégias realizadas, um plano permanece como um plano, a menos que todas as suas etapas sejam guiadas por dados e que esses dados sejam utilizados em prol da inteligência artificial. Essas informações englobam o comportamento de compra dos consumidores, dos canais de distribuição, dos produtos e da comunicação, sendo processadas instantaneamente para proporcionar as melhores táticas, ofertas, mensagens e canais de divulgação.

Dessa maneira, é possível criar um plano de Marketing personalizado e altamente direcionado localmente. “Essa é a abordagem mais precisa que temos para elaborar um plano de Marketing”, afirma Michael Koch, Cofundador e CEO da HubKonnect, durante o WebSummit Rio 2024. E isso já é uma realidade. A HubKonnect utiliza a IA para identificar insights de Marketing local, recomendar as melhores estratégias e detalhar ativações ideais.

As integrações com dados de vendas, produtos, dispositivos móveis e custos de aquisição de clientes também permitem gerar um retorno sobre o investimento local e, até mesmo, personalizado. “Finalmente, a luta com o CFO chegou ao fim”, celebra Serhat Soyuerel, Cofundador e Chief Revenue Officer da Insider.

Além disso, o uso da Inteligência Artificial possibilita traçar a jornada do cliente de forma mais simples e rápida. “O grande desafio está em desmistificar o potencial da IA para auxiliar na criação de um plano de Marketing”, destaca Michael Koch. “Para que essa ferramenta funcione, a empresa precisa ser orientada por dados e adotar uma gestão ágil”, explica o Cofundador & CEO da HubKonnect.

Portanto, para que a empresa seja conduzida por dados e adote uma gestão ágil capaz de elaborar planos de Marketing altamente localizados e personalizados, é essencial que o CEO esteja comprometido com essa cultura, assim como os vice-presidentes ou diretores de Marketing e Tecnologia. “Uma maneira de facilitar esse processo é realizar uma prova de conceito”, conclui Serhat Soyuerel.

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